terça-feira, 24 de abril de 2018

NIKE LANÇA O PRIMEIRO TÊNIS DE CORRIDA COM O CABEDAL POR IMPRESSÃO 3D




O Nike Flyprint foi desenvolvido a partir da coleta e análise computacional de dados dos movimentos dos pés de atletas, ela cria estruturas em escala 1:1.

Nike Flyprint é o primeiro cabedal feito de tecido por impressão 3D a ser usada num tênis de alto desempenho. Ela não é uma solução de estrutura para calçados, embora a Nike tenha um longo histórico nessa área.


A estrutura que forma a base do Nike Flyprint é produzida num processo chamado “solid deposit modeling” (moldagem por sedimentação sólida, ou SDM). Nele, um filamento de poliuretano termoplástico (TPU) em formato de espiral é desenrolado, derretido e sobreposto em camadas.

A Nike, porém, não é uma marca que se acomoda com soluções fáceis. O método Flyprint permite que os designers transformem dados fornecidos por atletas em novas geometrias têxteis. Por isso, o Flyprint representa um salto no trabalho já realizado pela Nike com o desenvolvimento digital de tecidos, e estabelece um novo marco numa ampla trajetória de inovações exclusivas que alteram (ou hackeiam) máquinas. Esse histórico inclui revoluções como Nike Hyperfuse, Flywire e Flyknit, sempre atingindo soluções de desempenho até então inimagináveis.


O processo de desenvolvimento da peça Flyprint tem início com a coleta de dados fornecidos pelos atletas. Os dados são analisados por computadores com ferramentas de design computacional, e mostram a composição ideal do material. Em seguida, as informações são usadas para produzir o tecido final. Essa operação demonstra a versatilidade do Flyprint, já que o resultado pode ser único para cada atleta ou cada finalidade de uso. Ela também reduz drasticamente o tempo do processo de design como um todo. A impressão de alto desempenho permite à Nike avançar mais rápido e levar a precisão a um grau inédito: a fase de prototipagem é 16 vezes mais rápida do que em qualquer outro método de produção.

Um benefício interessante do tecido 3D em relação aos materiais tradicionais 2D é o dinamismo criado por uma nova interconexão nos fios, que vai além da trama propriamente dita. A natureza fundida do material representa uma imensa vantagem do Flyprint. Um exemplo: um tecido com trama costurada ou tricotada traz uma resistência imposta pelo entrelaçamento dos fios; já no tecido impresso, as intersecções fundidas asseguram uma contenção mais precisa. O Flyprint também é mais leve e ventilado do que outros materiais usados anteriormente pela Nike.


Quando o assunto é a velocidade do design, o novo método apresenta duas vantagens em relação ao processo tradicional. Em primeiro lugar, é possível ajustar localmente linhas específicas do material, sem prejudicar a estrutura como um todo. Além disso, a agilidade entre um protótipo e outro significa que a fase de testes e revisões é consideravelmente mais rápida. Resumindo: o Flyprint garante design de altíssima fidelidade, grandes benefícios para os atletas e o menor tempo de criação.

O material também funciona perfeitamente junto com outros tecidos – sobretudo com fios Flyknit –, criando o equilíbrio ideal entre caimento e estrutura. Na verdade, os fios Flyknit podem ser estruturados para se unir ao tecido Flyprint por ação térmica, eliminando a necessidade de usar cola ou pespontos.


O cabedal Nike Flyprint foi projetada para ajudar os fundistas mais rápidos do mundo a correr ainda mais rápido. Não à toa, o primeiro modelo a contar com esse material é o Nike Zoom Vaporfly Elite Flyprint. O VaporFly Elite foi criado para o queniano Eluid Kipchoge, tendo como base informações fornecidas pelo próprio atleta após a Maratona de Berlim de 2017, e partindo de uma fase-relâmpago de protótipos. A nova parte superior feita de Flyprint aprimora ainda mais o tênis e reduz o peso do calçado em 11 gramas, quando comparado ao original usado por Kipchoge.


Divulgação: NIKE




quarta-feira, 28 de março de 2018

CORRIDA INCENTIVA PRÁTICA DE ATIVIDADES FÍSICAS PARA PREVENIR DOENÇAS




1º edição da corrida Busque Vencer terá percurso de 7 km no centro histórico da capital; organização é do Instituto Vencer o Câncer e da Sagaz Esportes


Uma corrida para incentivar a inclusão de bons hábitos de saúde na rotina é a proposta da primeira edição da Corrida Busque Vencer, que vai percorrer 7 km no centro histórico de São Paulo no dia 10 de junho. Também haverá uma caminhada de 3 km.

A largada será no Vale do Anhangabaú às 7 horas da manhã. As inscrições já estão abertas e até 10 de abril o kit custa R$ 69,00.

A iniciativa é do Instituto Vencer o Câncer, fundação sem fins lucrativos que oferece informações sobre os avanços no tratamento da doença e dados sobre prevenção e qualidade de vida.

A proposta de ter caminhada e corrida no mesmo evento tem como objetivo incluir diferentes perfis. "Acaba atendendo a todas as intensidades: para aquele que já corre, para o paciente em tratamento, o parente, aquele que vai se prevenir. A diferença pontual entre corrida e caminhada é a intensidade", explica Luciana Assmann, educadora física especialista em pacientes oncológicos e integrante do comitê científico do Instituto Vencer o Câncer.

Luciana afirma que os exercícios têm importância para a prevenção do câncer. "A obesidade e a vida sedentária aumentam a incidência de vários tipos de câncer. O câncer de mama e o de cólon são os que os estudos mais mostram que a atividade física age preventivamente."

Ainda de acordo com a educadora física, os pacientes com câncer também não precisam abrir mão dos exercícios. "Há algum tempo, acreditava-se que o paciente deveria manter o repouso. Hoje, salvo limitações como a dor, não só é possível como é seguro fazer exercícios. Vai melhorar a disposição e a qualidade de vida durante o tratamento. Mexe com o metabolismo e melhora o ânimo, o humor e a autoestima." Ela destaca que qualquer atividade deve ser feita com supervisão de um profissional.


As inscrições devem ser feitas no site do evento www.corridabusquevencer.com.br



sexta-feira, 16 de março de 2018

NIKE ESTIMULA CRUSHES ENTRE OS APAIXONADOS POR CORRIDA



Como parte do lançamento do Nike Epic React Flyknit, a marca cria ação inusitada.

Nike, marca líder mundial em artigos esportivos, estimula através do aplicativo Happn um tipo pouco comum de primeiro encontro: uma corrida. A ideia criativa, desenvolvida pela agência Wieden+Kennedy, conta com patrocínio da opção “Estou a fim de correr” no aplicativo, além de comunicação sobre o novo tênis de corrida Nike Epic React e um convite nada comum para os (quem sabe?) futuros casais, saírem para correr.

O ponto de partida acontece já na primeira tela do Happn, quando o usuário acessa o app e é impactado por uma mensagem do Nike React com um convite para clicar no ícone “+”, a função “Estou a fim de” do aplicativo - quando uma pessoa sinaliza sua disponibilidade para fazer uma atividade específica nas próximas horas. A partir disso, o usuário que clicar na opção “Correr com a Nike”, estará disponível, pelas próximas 6 horas para encontrar um par que também queira correr. Com isso, os usuários que derem Crush recebem uma mensagem para participar de um treino especial Nike+ Run Club (NRC) x Happn.


Durante o corre, que será realizado no próximo dia 5 de abril, no Parque do Ibirapuera, os participantes terão a oportunidade de testar o Nike Epic React Flyknit acompanhados de treinadores e pacers, que lideram e ditam o ritmo do treino para os mais variados perfis de corredores – do iniciante ao avançado -, além de ter à disposição estrutura de guarda-volumes, hidratação e diversas surpresas.

“A missão do Happn é aproximar as pessoas que se cruzaram na vida real, estimulando os encontros entre Happners que frequentam os mesmos lugares. Essa parceria com a Nike busca incentivar nossos usuários a se reunirem em torno da paixão por correr, o que já aumenta bastante as chances de um Crush de sucesso”, comenta Bertrand Humblot, vice-presidente global de publicidade do Happn.

A cada semana, os usuários brasileiros do Happn registram 75 mil ativações de “disponíveis para Corrida” na função “Estou a fim de”. Desses, 3 mil resultam em Crushes, sendo aproximadamente 1/3 em São Paulo. “Com quase 6,5 milhões de usuários no Brasil, sendo 2 milhões só na cidade de São Paulo, o Happn reúne uma audiência hiperconectada e trendy, uma poderosa mídia para as marcas no Brasil”, completa Humblot.

“Como parte do lançamento do novo tênis de corrida - Nike Epic React Flyknit - temos convidado os paulistas a correrem pelas ruas da cidade de São Paulo. Essa parceria com Happn surgiu exatamente para dar um empurrãozinho para aquelas pessoas que já tem interesse pelo esporte a participarem de um primeiro encontro totalmente diferente. Se depender da gente, vai ficar muito mais fácil encontrar o seu par perfeito”. afirma Renata Romanholi, gerente de marca para corrida da Nike do Brasil.


Divulgação: NIKE


terça-feira, 23 de janeiro de 2018

NIKE EPIC REACT FLYKNIT




NIKE APRESENTA O EPIC REACT FLYKNIT, TÊNIS DE CORRIDA COM A MAIS MODERNA TECNOLOGIA DE AMORTECIMENTO


A Nike apresenta hoje, 23, o primeiro tênis de corrida com espuma Nike React – a mais moderna tecnologia de amortecimento – desenhada para reduzir o impacto de cada passada e devolver a energia, proporcionando uma nova sensação de corrida.

Os corredores sempre sonharam com um tênis que reunisse tudo: amortecimento macio e responsivo para reduzir o impacto de cada passada, leveza e resistência para aguentar o desgaste das pisadas constantes. A solução chega na forma de uma espuma criada pela equipe de inovação da Nike, que conta com químicos, engenheiros e designers: o novo modelo é 5% mais leve, 11% mais macio e devolve 10% mais energia que o Nike Lunar Epic 2.


Agora, a Nike apresenta o primeiro tênis de corrida que, a partir de fevereiro, contará com essa espuma exclusiva. Confira a seguir as informações mais importantes sobre esse lançamento.

NIKE EPIC REACT FLYKNIT, DE CIMA PARA BAIXO:


O cabedal é leve: a região dianteira dos pés, a zona dos dedos e o arco são esculpidos com exatidão, graças à estrutura inteiriça Nike Flyknit. Essa estrutura tem uma engenharia de alta precisão, que garante sustentação, flexibilidade e ventilação nos lugares onde os atletas mais precisam. Ele é minimalista e abraça os pés, sem abrir mão da firmeza.

A espuma Nike React é consideravelmente mais macia do que os materiais antigos, que têm o EVA como base: ela suaviza os choques do impacto no asfalto de forma mais efetiva. Já a entressola é mais alta, para evitar proximidade excessiva com o solo, e mais larga, para oferecer uma boa base de apoio ao atleta. Para assegurar tanto o amortecimento desejado pelos corredores quanto a estabilidade de que eles precisam, os designers ampliaram a entressola para além do perímetro do cabedal na região ao redor do calcanhar.

O inovador design computacional dá mais agilidade ao processo de desenvolvimento do tênis . Esse método foi usado para criar o visual da entressola, que traz uma única peça de espuma Nike React, sem qualquer tipo de cola, goma ou amarração. A estratégia permitiu projetar a superfície da entressola de modo a trazer amortecimento e sustentação nos pontos fundamentais para uma boa corrida. O design computacional também ajudou a eliminar qualquer material que não fosse absolutamente necessário, deixando o tênis ainda mais leve. O solado, de visual complexo, tem diferentes profundidades: as partes mais profundas são de alto amortecimento, enquanto as mais rasas garantem a firmeza da estrutura.


Uma vez que o cabedal é sustentado por uma única peça de espuma, a sola externa é essencialmente igual à entressola – a única diferença são duas placas de borracha, uma sob a parte da frente e outra sob o calcanhar. Isso aumenta a tração e ajuda a garantir a durabilidade do calçado.

No Brasil, o Nike Epic React Flyknit terá pré-venda exclusiva em nike.com em 17/02 e estará disponível para todo mercado no dia 22/02.


Divulgação: NIKE



sábado, 20 de janeiro de 2018

MARATONA DE DUBAI




Olá, Corredores!

No segundo semestre de 2016 após eu e o Léo termos feito a SP City Marathon, começamos a procurar alguma maratona para o início de 2017, que seria o período das nossas férias. Para nossa grande surpresa, descobrimos Dubai! Inicialmente ficamos muito entusiasmados em conhecer essa cultura tão rica e diferente dos nossos costumes. Por ser um destino totalmente desconhecido para nós, foi preciso muita pesquisa até batermos o martelo. Nossa principal dúvida era com relação ao clima, já que Dubai é conhecida por temperaturas que chegam aos 50 graus, mas por ser inverno na época da Maratona, o clima variou entre 18 a 25 graus, bem agradável para correr.

A Maratona de Dubai acontece em janeiro. A prova contou com um público de 23.886. Além da maratona (2.424 participantes), ocorrem provas de 10k (14.885 participantes) e 4k (6.577 participantes - fun run). A prova é plana e proporciona quebra de recordes.

A viagem é bastante cansativa por ser um lugar distante. Dubai é a maior cidade dos Emirados Árabes Unidos e está localizada ao longo da costa sul do Golfo Pérsico, na Ásia. A cidade é conhecida mundialmente por ser extremamente desenvolvida e por seus enormes arranha-céus e largas avenidas.

Confiram o vídeo: https://youtu.be/dJXg6us7vF8


Pegamos um voo direto e aproximadamente 15 horas de viagem. Chegamos dia 15/01 e a prova ocorreu dia 20, dessa forma, tivemos um tempo de adaptação e também descanso da viagem. Nossa principal preocupação era com relação à alimentação mas logo que chegamos e fomos passear pela cidade, shopping e supermercados, ficamos tranquilos. Lógico que passamos um perrengue em um dos dias que fomos turistar e só paramos as 16h, daí foi difícil achar um restaurante e acabamos comendo uma comida árabe muito temperada que não caiu tão bem. São as emoções da viagem hehe.

Nada melhor que conhecer um lugar correndo não é mesmo? Então, antes mesmo de correr a maratona, nós participamos de um treino no Zabeel Park junto com o NRC Dubai. Conseguimos nos inscrever pelo aplicativo ainda quando estávamos no Brasil, antes de viajar. A galera compareceu em peso (aproximadamente 60 pessoas) no treino Speed Session e foi uma experiência incrível participar do nosso clube por lá. Recomendamos a todos que forem correr a maratona, que participem de um treino do NRC. Não é preciso usar roupa especial (principalmente as mulheres), todos correm com roupa esportiva “normal”.

Turistamos por mais uns dias, até chegar o momento da retirada do kit, na véspera da prova, em um luxuoso hotel. O local é de fácil acesso e organizado, porém simples. Não existe uma expo ou feira com produtos da maratona, apenas um stand vendendo gel de carboidrato, o que torna esse processo da retirada do kit muito rápido.

Nós alugamos um carro para otimizar o tempo dos passeios e por ser bem fácil de andar na cidade. Mas no dia da prova, preferimos usar o metrô. Fomos de carro até o estacionamento de um shopping próximo ao metrô e por ali já encontramos outros corredores que também estavam indo para a largada. Como de costume, chegamos aproximadamente 1h antes, nos concentramos próximo aos demais corredores e ficamos aguardando. Como são poucos participantes, não há empurra-empurra ou filas quilométricas no banheiro (que inclusive é banheiro de verdade e não químico). Seguimos juntos para a largada, nos despedimos e cada um partiu em direção à conquista do seu objetivo.

A prova é plana, com asfalto liso e perfeito para correr. Eu comecei bem, porém com cautela até me adaptar ao ritmo que deveria manter para alcançar meu RP. O suporte e organização são excelentes, pontos de hidratação (em garrafinhas) a cada 2,5km desde o km 5 até o 40, isotônicos, assistência médica e banheiros a cada 5km. Fui vendo a prova passar muito rápido e não queria que acabasse. Estava concentrada em quebrar meu recorde e me divertir ao mesmo tempo. Filmei e tirei fotos em muitos lugares bonitos do percurso (como as mesquitas) dancei música árabe que estava tocando em um dos pontos de hidratação e fiz bagunça com a torcida que é pequena, mas se faz presente em muitos pontos ao longo do trajeto. Por volta do km 28, comecei a sentir muita sede. Acho que nesse momento meu corpo finalmente deu sinal que não estava aguentando o clima seco do deserto. Por causa da sede, passei a tomar a garrafa inteira de água nos postos de hidratação o que me fez parar para ir ao banheiro (coisa que aconteceu pela primeira vez, na minha sexta maratona). Não há nenhuma grande atração ou bandas durante a prova. Fora o contratempo do pit stop, tudo correu bem, conquistei meu objetivo e fui ao encontro do Leo.

Logo o encontrei, a princípio tomei um susto por ele ter se sentido um pouco mal e ter ficado me esperando no posto médico. Assim que o mal estar dele passou, ficamos um tempo na chegada comemorando e tirando fotos com luxuoso hotel Burj Al Arab ao fundo.

Visitar Dubai é uma experiência totalmente exótica e correr uma maratona no deserto torna a viagem ainda mais enriquecedora. Nós aproveitamos demais a viagem e visitamos praticamente todos os pontos turísticos que são lindos! As praias de águas cristalinas e mornas, o Dubai Miracle Garden (um jardim gigante) a palmeira Jumeirah, a maior pista de ski indoor do mundo, o Burj Khalifa (prédio mais alto do mundo), o safari no deserto em um veículo 4x4 com direito jantar e andar no camelo, vários shoppings gigantes e muito luxuosos. Aproveitamos também para ir até Abu Dhabi, a capital dos Emirados Árabes que fica a 1h30 de carro, conhecer o parque da Ferrari onde tem a montanha russa mais rápida do mundo e a inesquecível e espetacular Mesquita de mármore e decorada com ouro e cristais, “Sheik Zayed”

Texto por: Roberta Ruiz (@betacbjr)