quinta-feira, 21 de setembro de 2017

BREAKING2 - DOCUMENTÁRIO PELA NATIONAL GEOGRAPHIC




A NATIONAL GEOGRAPHIC CONVIDA O ESPECTADOR A ACOMPANHAR UMA JORNADA DE UM ANO, EM QUE TRÊS ATLETAS DE ELITE TENTAM REALIZAR O FEITO ÉPICO DE CORRER UMA MARATONA EM MENOS DE DUAS HORAS.


"“Faltam apenas 25 segundos para conquistar o mundo, e o ser humano é capaz de superar todos os limites. Esta é a minha mensagem”. - Eliud Kipchoge

Feito em parceria com a Nike, este documentário de uma hora, acompanha a histórica trajetória que redesenhou os limites do potencial humano

BREAKING2 já está disponível nas plataformas digitais da National Geographic, incluindo YouTube (em 31 idiomas), Facebook, NationalGeographic.com

Após um ano de treinos avançados, baseados em informações científicas, três dos melhores fundistas da elite do atletismo mundial partiram para uma jornada rumo ao inacreditável, impulsionados pela Nike.

O objetivo: reduzir a marca da maratona a menos de duas horas, feito inédito na história da prova. Mais de 19 milhões de pessoas de todo o mundo assistiram à corrida. Munidos de uma determinação inabalável, apoiados pela mais moderna ciência e por produtos inovadores, os atletas correram no circuito de Monza, na Itália. Na chegada, o queniano Eliud Kipchoge, de 32 anos, emocionou o mundo ao terminar a maratona apenas 25 segundos acima da marca de duas horas.

Com uma esplêndida direção de fotografia, o documentário acompanha a jornada desses três corredores de elite e suas equipes, na tentativa de atingir o inimaginável. Breaking2 revela o poder do potencial humano, e mostra o emocionante projeto que reuniu esses três superatletas – que se dedicaram totalmente à tentativa de transformar o impossível em realidade. De testes em túneis de vento a laboratórios de corrida nos Estados Unidos, passando pelo desafio de equilibrar os treinos com o dia a dia no leste da África, o filme culmina com a emocionante corrida final na Itália e segue esses pioneiros numa jornada global para superar a marca das duas horas.



Os corredores:
Eliud Kipchoge: Aos 32 anos, o queniano demonstra uma inabalável confiança, tem total controle da situação e está sempre tranquilo e relaxado.

Lelisa Desisa: Este etíope de 27 anos teve ascensão meteórica no cenário do atletismo a partir de 2010, registrando marcas inacreditavelmente rápidas. Desisa já venceu a maratona de Boston duas vezes.

Zersenay Tadese: Nascido na Eritréia, este atleta de 35 anos detém o recorde mundial da meia-maratona, com o melhor tempo da história.

Esse trio de atletas determinados se uniu a uma equipe formada pelos melhores cientistas do esporte. Juntos, eles passaram mais de um ano realizando de testes, análises de treinos, design de produtos inovadores e planejamentos diários de corridas, tudo sob medida.

Brad Wilkins, diretor da equipe Nike Explore, do Laboratório de Pesquisa Esportiva Nike, comandou o grupo de cientistas, cujo trabalho impulsionou os corredores. Wilkins e seu time buscaram todas as maneiras possíveis de otimizar o desempenho dos atletas – de testes de resistência a consolidação de dados de laboratório, para identificar a melhor estratégia para a prova.

O especialista Brett Kirby também foi fundamental para oferecer embasamento científico ao projeto. Com seus profundos conhecimentos sobre bioenergia humana, ele realiza pesquisas pioneiras que pretendem aprimorar o desempenho de atletas de todos os níveis. Kirby desenvolveu uma fórmula para medir e melhorar velocidade, economia de energia, capacidade de hidratação e consumo de oxigênio dos atletas – e essa fórmula é um dos pilares da empreitada inédita dos três corredores.

Breaking2 termina com o final da prova, no momento em que os atletas perdem por pouquíssimo a marca inferior às duas horas. Contada por esses esportistas inigualáveis, esta história mostra que a “não conquista” é uma das mais heroicas e impressionantes conquistas de todos os tempos.

Esta é uma produção do National Geographic Studios, em associação com Dirty Robber. Brian Lovett é produtor executivo e Jeff Hasler é vice-presidente executivo do National Geographic Studios. O filme tem direção de Martin Desmond Roe; Chris Uettwiller e Jason Puris são produtores executivos e Kathlyn Horan é produtora – todos pela Dirty Robber. Mark McCambridge é o produtor executivo da Nike. Betsy Forhan é produtora executiva, Kevin T. Mohs é vice-presidente de produção e Tim Pastore é presidente, responsável por conteúdo original e produção do National Geographic Channel.

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O novo pack de produtos Zoom, que representa o futuro para a corrida e foi projetado para melhorar a eficiência dos corredores, baseado no Breaking2 estarão disponíveis a partir de 5 de outubro em Nike.com e em lojas selecionadas.

NIKE ZOOM FLY
O Nike Zoom Fly aplica os princípios revolucionários do Nike Zoom Vaporfly Elite em um tênis que é rápido o suficiente para o dia da corrida, mas resistente o suficiente para o treinamento diário. A espuma Lunarlon extremamente leve, macia e altamente resiliente cria uma experiência leve, responsiva sob os pés, enquanto uma placa de nylon injetada com carbono no comprimento total aumenta a rigidez. Uma borracha de alta abrasividade no calcanhar para durabilidade completa o ferramental. O cabedal é composto de Nike Flymesh com dinâmica de médio pé Nike Flywire para uma contenção leve. Além disso, o desvio de 10mm do Nike Zoom Fly é projetado para minimizar a tensão no tendão de Aquiles e a altura de 33mm garante uma proteção contra impactos a cada quilômetro.
  
NIKE AIR ZOOM PEGASUS 34

O Nike Air Zoom Pegasus 34 reúne unidades Nike Air Zoom na parte frontal e calcanhar com espuma Premium Cushlon ST. Esta abordagem sinérgica proporciona amortecimento suave equilibrado com uma sensação de apoio e responsividade sob os pés. O cabedal Flymesh atualizado do Nike Air Zoom Pegasus 34 emprega fios de monofilamento translúcido para uma contenção leve e ventilação. O calcanhar arredondado se afunila na lateral para promover uma amplitude natural de movimento.


Divulgação: NIKE



segunda-feira, 21 de agosto de 2017

NIKE INAUGURA SINALIZAÇÕES NO PARQUE IBIRAPUERA



Nike inaugura novas sinalizações dos percursos de corrida e caminhada do Parque do Ibirapuera com a presença de atletas.


Para promover as revitalizações no Parque, a marca promoveu um dia com atividades esportivas.


No dia 20 de agosto, vários esportes tomaram conta do Parque Ibirapuera para celebrar a revitalização do campo de futebol e a nova sinalização dos percursos de corrida e caminhada, resultado da parceria entre a Nike a Prefeitura de São Paulo.

Com a presença da atleta paraolímpica Verônica Hipólito, o paratleta Fernando Fernandes, a triatleta Fernanda Keller e o campeão Olímpico Thiago Braz, cerca de 50 corredores saíram da Praça da Paz para conhecer as novas sinalizações – de 1.5K (trajeto verde) e de 3K (trajeto laranja) – do parque em primeira mão. Além dessas, o percurso de 6K também foi marcado pela Nike.


Apesar da chuva, o clima foi de total empolgação pelas novas sinalizações dos percursos, que irão beneficiar todos os frequentadores do parque que praticam caminhada ou corrida.


Divulgação: NIKE


terça-feira, 4 de julho de 2017

DOCUMENTÁRIO ESPECIAL SOBRE O BREAKING2



A estreia será em setembro na National Geographic nos EUA e na Europa, e será disponibilizado globalmente em plataformas digitais.


"Não se trata das pernas. Trate-se do coração e da mente. Com um coração forte e uma boa mente, você pode conseguir. "- Eliud Kipchoge

Especial de uma hora documenta a jornada épica de um ano de três fundistas de elite tentando quebrar a barreira de duas horas da maratona.

Impulsionado pelo espírito humano implacável para desafiar os limites, Breaking2 estreia em setembro em todo mundo na National Geographic

No dia 6 de maio, após um ano de treinamento cientificamente avançado, três dos maiores fundistas de elite do mundo se propuseram a fazer o incrível, com a ajuda da Nike, quebrar a barreira de duas horas na maratona. Mais de 19 milhões de espectadores em todo o mundo assistiram aos corredores, impulsionados pela sua determinação implacável e apoiados por ciência de ponta e inovação de produtos, enquanto eles corriam pelo circuito de Monza, na Itália. No final emocionante, o queniano Eliud Kipchoge, de 32 anos, chegou a apenas 25 segundos de quebrar a indescritível marca de duas horas.

A National Geographic e a Nike Inc. anunciaram hoje o documentário mundial Breaking 2, relatando esta jornada lendária que redefiniu os limites do potencial humano. A National Geographic Studios, em associação com a Dirty Robber, uma empresa de produção e entretenimento indicada ao Oscar, produzirá o filme. O Breaking2 terá sua estreia em setembro na National Geographic nos EUA e na Europa, e será disponibilizado globalmente em plataformas digitais.

"Com a Nike como o parceiro perfeito para contar esta história incrível, o Breaking2 trata de ultrapassar limites e ir mais longe. Esperamos que os telespectadores se identifiquem com os corredores em nível pessoal ", disse Brendan Ripp, vice-presidente de vendas e parcerias da National Geographic. "Eles são superatletas, mas testemunhamos os três em momentos incrivelmente pessoais de suas vidas diárias, suas esperanças e seus sonhos, bem como seu treinamento".


"Este projeto demorou mais de dois anos para ser realizado e com o alcance global incomparável da National Geographic, esperamos levar essa história de paixão e coragem para criar diálogos e inspirar as pessoas a pensar de forma diferente sobre como elas se aproximam de suas vidas diárias", disse Nikki Neuburger , Vice-presidente de marketing de marca, corrida global da Nike Inc. "Estamos entusiasmados em compartilhar a história desses três incríveis corredores e da equipe de cientistas e desenvolvedores de produtos, em sua jornada para desafiar os limites do potencial humano".


Com uma cinematografia de tirar o fôlego, o filme narra a jornada de três corredores de classe mundial e suas equipes, enquanto eles tentam desafiar o impensável. Breaking2 trata da interseção da tecnologia com o espírito humano. De testes em túneis e laboratórios de corrida nos Estados Unidos ao equilíbrio entre o treinamento e suas vidas diárias no leste da África e a corrida final emocionante na Itália, seguimos esses pioneiros em sua caminhada global para quebrar a barreira de duas horas.

"Em determinadas partes do mundo, os fundistas são tão famosos quanto os atletas da NBA ou da NFL", explicou o diretor Martin Desmond Roe. "Este filme apresenta um aspecto inédito desses heróis notáveis enquanto eles treinam incansavelmente para quebrar uma das maiores barreiras no mundo dos esportes e da resistência humana".


Divulgação: NIKE


segunda-feira, 5 de junho de 2017

O2 COMEMORA DIA DOS NAMORADOS COM 50% OFF





A promoção contempla mais de 50 provas em 13 cidades brasileiras e é valida até 12 de junho. 


Para comemorar o dia mais aguardado dos casais no ano, a O2 lança a promoção de dia dos namorados para colocar todos os apaixonados em movimento.

A campanha “Movimente seu amor” presenteia os corredores com 50% de desconto na compra da segunda inscrição da mesma prova, sendo alguma delas Circuito das Estações, Night Run e Bravus Race. Além disso, a promoção contempla também as provas do Circuito ASICS Golden Run e Maratona Pão de Açúcar.

Ao todo, são 13 cidades e mais de 50 provas disponíveis, entre elas as principais corridas de rua do país, com percursos de 5km, 10km, 16km e meias maratonas. Para quem quer fugir do asfalto, também há opções de novos desafios, como travessias aquáticas e corridas de obstáculos.

A promoção é valida até o dia 12 de junho e o desconto pode ser aplicado em um número ilimitado de provas. Para conferir todas as informações acesse: 

                                       www.movimenteseuamor.ativo.com

Quero ver todos correndo juntos de mãos dadas. ;)


quarta-feira, 3 de maio de 2017

TÁ CHEGANDO A HORA! BREAKING2




COMO AS TRADIÇÕES E A CIÊNCIA SE UNEM PARA FAZER CAMPEÕES DE MARATONA


Para quebrar a barreira da maratona de duas horas, um corredor precisaria superar a maratona mais rápida que já foi registrada - 2:02:57 – em cerca de 3 por cento. Isso significa que ele precisaria eliminar sete segundos de cada uma de suas 26,2 milhas. Para a maioria, este é um desafio aparentemente impossível. Mas para a Nike, é uma meta que vale a pena buscar.

Com coragem suficiente para aceitar o convite da Nike, os atletas Eliud Kipchoge, Lelisa Desisa e Zersenay Tadese vão tentar realizar uma corrida abaixo de duas horas. Alguns meses de testes e análise de dados dos melhores corredores de longa distância do mundo determinaram que estes três estivessem fisicamente preparados para o desafio. Mas grande parte da ideia de fazer parceria com eles resume-se ao fato de serem, por natureza, melhores do que outros atletas em correr rápido por um longo tempo. Os anos de experiência e de expertise em provas longas, lhes dão uma vantagem exclusiva. E é essa uma das razões pela qual a equipe de treinadores e cientistas do Breaking2 compreendeu que estratégia e otimização dos treinos, ao invés da mudança radical de suas rotinas, seriam a melhor maneira de abordar a tentativa de levar os atletas ao que se espera ser a maior conquista em corridas de longa distância até hoje.

Os atletas e seus treinadores têm desempenhado um papel fundamental na definição dos programas de treinamento que os levaram até onde estão hoje. O Dr. Brad Wilkins, fisiologista e diretor da Nike Explore Team Generation Research no Laboratório de Pesquisa Esportiva da Nike, e o Dr. Brett Kirby, pesquisador e fisiologista líder do Laboratório de Pesquisa Esportiva da Nike, se reuniram para supervisionar a ciência diária por trás do Breaking2. "Como atletas de elite, eles têm programas de treinamento incríveis e bem estabelecidos que estão funcionando", diz Wilkins. "Nosso objetivo tem sido trabalhar com os corredores e seus treinadores para fornecer análise e feedback." Aqui está o porquê esta reunião de mundos tem o potencial de fazer com que o sonho da maratona abaixo de duas horas se torne uma realidade.

FORMAS PELA QUAL A EXPERIÊNCIA DETERMINOU O QUE FUNCIONA

Os planos de treinamento evoluem à medida que o atleta evolui.

O plano semanal da Eliud Kipchoge tem variedade e especificidade, e se desenvolve progressivamente ao longo do programa. Ele faz treinos duas vezes por dia, corridas longas, trabalhos de velocidade em uma pista e exercícios Fartlek (termo sueco para jogo de velocidade) a cada semana. "Eliud está em total sintonia com seu corpo, então muitas vezes ele deixa sua capacidade de resposta e percepção de esforço ditar seu ritmo", diz Kirby.

Enquanto isso, o foco inicial de Lelisa Desisa foi a resistência no geral, com várias corridas de base de longa distância, fáceis a moderadas. Ele adicionou treinos de pista mais específicos para desenvolver sua velocidade e intensidade à medida que o programa evolui. A estratégia de Zersenay Tadese é quase o oposto da de Lelisa: a primeira metade de seu treinamento foi de velocidade pesada para ajudá-lo a se familiarizar com o ritmo da corrida, enquanto mais tarde seu objetivo foi aumentar a duração da sua velocidade com resistência para que ele possa manter esse ritmo ao longo do tempo, diz Kirby.


Aquecimentos são (na sua maioria) simples.

Todos os atletas fazem uma corrida lenta típica (às vezes tão lenta que quase arrastam seus pés longitudinalmente, parecendo com uma parada, descreve Kirby), aumentando progressivamente seu ritmo por aproximadamente 30 minutos. Desisa e sua equipe também fazem uma rotina de pré-corrida, quase um ritual, composta de movimentos dinâmicos que duram cerca de 30 minutos. "Parece uma dança", diz Kirby.


O trabalho em equipe é primordial, mas as corridas individuais também são fundamentais.

Geralmente, os atletas correm com os outros por motivação e camaradagem. Desisa tem sua própria equipe com seis a oito atletas que estão lá para apoiá-lo da forma que ele precisar. Em corridas longas, Kipchoge corre entre um grande grupo composto por até 60 corredores, profissionais ou treinadores. Mas se eles têm como meta um treino muito específico, eles podem correr sozinhos ou com apenas alguns poucos corredores. "Zersenay faz muitas de suas corridas por conta própria", diz Kirby.


O sono os mantém em seu auge.

Nenhum dos atletas faz o que geralmente seria considerado um padrão de recuperação. A parte mais crítica de suas rotinas de treinamento – típica de atletas que correm mais de 100 milhas por semana - é a recuperação. "Zersenay é conhecido como o homem que dorme, porque quando ele não está correndo, ele está dormindo", diz Kirby. Quando Desisa não está treinando, ele está relaxando. Kipchoge passa grande parte de seu tempo de descanso equilibrando com a vida diária em seu acampamento. "Além de cochilar e tomar chá com seus companheiros de equipe, ele também faz tarefas, como tirar água de seu poço ou trabalhar nos campos", diz Kirby. A maioria descansa um dia por semana ou conforme necessário. Alguns dos rapazes recebem massagens até três vezes por semana, normalmente após suas sessões de treinamento mais difíceis.


Correr é tudo.

Eles não levantam pesos. Ou fazem ioga. Eles simplesmente correm. "Para correr rápido você precisa correr", diz Wilkins. Embora tudo seja muito diferente, o programa de treinamento de cada atleta está em constante evolução para se adaptar a proficiências e ineficiências. "Geralmente, os corredores deste nível de elite não são flexíveis", diz Wilkins. Contrariamente ao que alguns podem pensar, a pesquisa sugere que menos flexibilidade tende a ter uma correlação com um melhor desempenho. "A teoria é que as pernas mais rígidas perdem menos energia", explica Wilkins. (Ele relaciona isso com uma mola rígida, que armazena e libera muito mais energia do que uma mais frouxa).

Dietas diárias não são rígidas.

Nesse nível de elite, os corredores já sabem quais alimentos ajudam a melhorar suas corridas diárias, embora Wilkins e Kirby recomendem que os corredores façam refeições que tenham cerca de 50-75% de carboidratos, 20-30% de proteína e o restante o que eles quiserem. Além disso, os cientistas forneceram orientação específica para a ingestão de alimentos pós-treinamento. Por exemplo, eles destacaram a importância da ingestão imediata de proteínas e carboidratos após sessões de treinamento mais difíceis e, em alguns casos, onde os atletas não têm acesso rápido a refeições completas, eles os orientaram a ingerir uma bebida de recuperação.

QUANDO A CIÊNCIA DESENVOLVE A TRADIÇÃO

Métricas importantes informam sobre como progredir em cada corrida.

Desde que iniciaram essa missão, Wilkins e Kirby visitaram os corredores várias vezes, fazendo avaliações detalhadas para obter informações sobre marcadores importantes, incluindo V02 máximo, perda de líquidos durante a corrida, energia armazenada em seus músculos e assim por diante. Quando eles não estão com os atletas, procuram manter contato em sessões por telefone ou Skype. Durante as suas corridas em treinamento, os atletas usam relógios GPS com um monitor de frequência cardíaca (com um transmissor no cinto peitoral anexo). Após cada corrida, os treinadores e cientistas analisam os dados em conjunto para entender e interpretar o desempenho e o progresso dos atletas. Eles usam as informações que eles coletam para aconselhar os treinadores dos corredores para que eles possam desenvolver constantemente seus planos.

Eles acreditam na vantagem de altitude.

Todos os três atletas vivem e fazem a maior parte de suas corridas em altitude. O acampamento de Kipchoge está localizado no Quênia, o de Desisa está na Etiópia e Tadese divide o tempo entre a Eritreia (onde mora) e a Espanha (onde mora seu treinador). "Como há menos oxigênio disponível em altitude, ao longo do tempo o número de glóbulos vermelhos pode aumentar, permitindo que seu sangue transporte e entregue mais oxigênio para os músculos", explica Wilkins. "E quanto mais oxigênio seus músculos têm, melhor eles funcionam, o que pode ajudá-lo a correr mais longe, mais rápido." A maior concentração de glóbulos vermelhos pode permanecer por até duas semanas depois que uma pessoa deixa a altitude, então a suposição é que o aumento de células sanguíneas proporciona uma vantagem competitiva ao nível do mar.


O combustível de corrida é individualizado e preciso.

Os cientistas estão focados em compensar as perdas de líquido pela transpiração e maximizar os níveis de energia. Isso restringe o foco para as 48 horas que antecederam a corrida e 24 horas após sessões duras de treinamento em duas áreas-chave: tipo e método de entrega, e necessidade individual. "Criamos uma mistura de carboidratos personalizados para cada atleta, com base nos dados que reunimos ao longo do programa de treinamento, indicando quanto líquido eles perdem durante a corrida e o quanto seus estômagos podem absorver", explica Kirby. Além disso, cada um deles consome diferentes tipos de carboidratos, quantidades, fluídos e sabores.

A frequência da alimentação é específica.

Por meio da análise de dados sobre cada atleta e várias tentativas e erros, a equipe Breaking2 determinou o tempo ideal dos corredores para consumir alimentos durante a corrida: a cada 2,4K (cada volta da pista em que eles correrão no complexo do Autódromo nacional de Monza, na Itália). "Assim, a cada sete minutos, os atletas vão ingerir sua mistura específica que os mantém hidratados e energizados", diz Kirby. Isso tudo é novo para os atletas, dizem os cientistas, porque anteriormente cada corredor estava consumindo menos de 60 gramas de carboidratos por hora e eles tiveram de se familiarizar com a ingestão de uma maior quantidade de carboidratos no ritmo da corrida.

Wilkins, Kirby e todos os outros membros da equipe Breaking2 continuam a usar toda essa informação e experiência para desenvolver as estratégias de Kipchoge, Desisa e Tadese. "Nós estamos coletando dados desde que começamos, e continuamos a aprender muito com os atletas, para nos colocar e nos preparar da melhor forma possível para o dia da corrida", diz Wilkins. "A maioria dos corredores não tem esse nível de personalização e acesso a este tipo de teste e orientação". Quando você combina isso com a força mental pura de cada atleta, você tem o potencial para alcançar o desconhecido. "Não importa o que façamos a partir de uma perspectiva científica, esses caras têm de correr 26,2 milhas a 13,1 milhas por hora", diz Wilkins. "Isso é incrível."


Divulgação: NIKE